segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A pedagogia humanista

Droga, um vírus a ser combatido

Venho aqui representar centenas de alunos que compõem um corpo blindado, resistente a drogas e recomendar a interferência de todos no combate a elas.
Não estamos indiferentes. Na Escola temos desencadeado focos de uma sociedade infectada pelos entorpecentes (cocaína, maconha, crack, cola, etc...), uma vez que o abuso é originado além da Escola dificultando ainda mais o seu combate, muitas vezes porque a família está a par do problema, responsabilizando a escola pelos dissabores do alunado.
Quantas vezes tenho visto crianças e adolescentes correndo descalças nas ruas e enturmando-se com más companhias altas horas da noite, a mãe embalando o menor na rede, enquanto o outro gera em sua barriga, o pai, as vezes encontra-se na bebedeira com os amigos. Na Classe Média e Alta a família se dispersa com interesses individualistas voltados para empresas, enquanto um "carga torta" se distrai com seu mundinho, para o pai: "meu filho é um bom menino, não tem necessidade disso" ou "lavei as minhas mãos", como se alguem necessitasse de drogas para sobreviver ou o dependente tivesse consciência de seu uso.
É preciso saber que o papel da escola é disseminar o conhecimento sistemático para com seus discentes e não dizimar culturas e tradições étnicas, conhecimento assistemático imposto ou permitido pela família.
A Escola é constituída basicamente por dois corpos: docentes e discentes (professores e alunos), além da diretoria e secretariado, indissociáveis para manutenção e desenvolvimento da educação. Estamos feridos porque parte de um corpo foi atingido por um vírus chamado DROGA que só será combatido quando a consciência de todos estiver sã (...).
Enquanto pensamos numa instituição responsável pela formação da cidadania, entendemos que constituímos uma família e não há um maior trauma que perder um ente querido sacrificado pelo uso e/ou tráfico de drogas.


SILVA, Edmar Pereira

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Drogas não, queremos viver!


Gostaria de iniciar aqui uma campanha pela vida.
Gostaria que a partir de hoje todos gritassem comigo: DROGAS NÃO!!!
Vamos todos abraçar essa idéia, queremos viver.
Quem usa droga tem dois destinos, o primeiro é a morte e o segundo é acabar na prisão, que é quase a mesma coisa.
Vamos ocupar nosso tempo lendo um livro, uma revista, cantando, dançando, tocando algum instrumento, assistindo um bom vídeo ou praticando esporte. (...)
Vamos ocupar nosso tempo vivendo, não matando a si próprio.
Vamos encarar as drogas e dizer NÃO firme e forte.
Vamos gritar: DROGAS TÔ FORA!!!
A droga não vai nos vencer.
Queremos acordar livres.
Queremos a vida.
Não quero nem me imaginar contra a minha família. Já vi mãe ter que amarrar o próprio filho porque se o saísse na rua seria morto por traficantes ou seria preso pela polícia.
Não é isso que queremos, entramos nessa sem saber onde pisamos.
E agora é difícil sair.
Mas não é impossível.
Quero lembrar que quando fui criança recebi tantos adjetivos carinhosos, tanto mimo que ao lembrar me sinto menino. Não posso permitir que agora seja chamado de bandido. Tenho é que honrar o sobrenome que carrego, a Escola onde estudo. E sobre tudo, o Deus que me concedeu a vida até aqui.
Grite comigo: DROGAS NÃO!!!

SILVA, Edmar Pereira
Fonte de pesquisa: http://magosdaluz.blogspot.com

segunda-feira, 8 de março de 2010

Os Dias da Mulher

As mulheres já foram recantadas para serem testadas à capacidade de esposas na Idade Antiga e foi quando a poetiza Safos declarou seu amor por outra mulher na ilha de Lesbos na Grécia Antiga dando origem ao termo lésbica, a prova é que a mulher é capaz de amar no seu convívio.
Na Idade Média heresias foram criadas sobre a mulher, era total responsável pelo cumprimento da vida familiar e qualquer discórdia tal como a ocasião de viúva a levava ao isolamento, a Igreja lhe maldiçoava incutindo-lhe a falsa ilusão de que Deus lhe concedera a bruxa.
No modernismo com a ênfase das ciências sociais a mulher superou o dogmatismo desmistificando a opressão que a Igreja lhe professava, mas ainda assim as limitações do preconceito perduravam não reconhecendo o direito do voto nem tampouco a ocupação de cargos públicos. E, já na contemporaneidade um grupo de mulheres reivindicava reconhecimentos profissional e salarial quando foram massacradas e queimadas vivas nos Estados Unidos.
Foram os dias da mulher que se resume na força do amor.
Pelo direito de amar limitado da Antiguidade.
Pelo direito de conhecer a Deus (amor divino) que a Igreja Medieval lhe sonegava.
Pelo direito ao voto e a cargos públicos e reconhecimento profissional já que salarial nem sempre é equiparado.
Mais precisamente pelo dom da vida que Deus lhe deu.
Eis a prova de que a mulher é vencedora e digna deste dia especial.
Parabéns a todas as mulheres que exercem o direito de viver..., de dar a vida sorrindo e/ou chorando pela sensibilidade, sobretudo de amar.
Carinhosamente...